Como a Manutenção e a Telemática estão abrindo o caminho para o futuro dos Equipamentos

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Jan 11, 2016

A confiabilidade é um fator essencial quando se trata de equipamentos compactos ou de terraplanagem. Paradas não programadas não são apenas inconvenientes, mas podem também criar uma grande tensão nos recursos de uma organização. Os ciclos de vida de ativos podem ser difíceis de gerir - especialmente quando se lida com uma frota de equipamentos - já que o número de ativos e componentes subsequentes é numeroso demais para ser gerenciado manualmente. Quando uma máquina falha, ela deve ter seu uso interrompido e sua manutenção agendada, o que muitas vezes demanda uma substituição temporária.

Esta não é a forma mais eficiente para lidar com o problema, mas há décadas tem sido a única solução. Agora, à medida que a tecnologia continua avançando e permeando a indústria de equipamentos, uma nova alternativa está surgindo para ajudar a otimizar o setor. Essa evolução é conhecida como manutenção preditiva, um sistema de monitoramento condicionado que é projetado para reduzir o tempo de inatividade e aumentar o ciclo de vida dos ativos.

A manutenção preditiva é uma das funções presentes em uma tendência maior que vem sendo observada na indústria manufatureira. Essa tendência, a Internet das Coisas, é basicamente a capacidade dos objetos e máquinas de interagir, transferir dados e, finalmente, transmitir informações. Esta tendência invasiva tem ganhado maior atenção e foi rapidamente adotada pelos mercados voltados ao consumidor, tais como a indústria automotiva. Não é incomum descobrir que a maioria dos carros novos é pré-desenvolvida com telemática e softwares de ponta, não só para tornar a experiência operacional mais prazerosa, mas também para garantir a confiabilidade do próprio veículo.

Da mesma forma que a telemática para automóveis, que pode alertar um motorista sobre os baixos níveis de óleo ou de calibragem dos pneus, esses mesmos instrumentos estão sendo adaptados dentro da indústria de equipamentos compactos. Imagine, por exemplo, uma retroescavadora capaz de notificar automaticamente o seu operador sobre uma falha iminente em um de seus componentes, antes mesmo que ela aconteça. Isso permitiria que o operador retirasse o equipamento de uso e agendasse um reparo no componente, tudo em um espaço de tempo conveniente.

Ao utilizar um modelo de manutenção preditiva, as organizações passam a ter tranquilidade. Saber que os equipamentos têm menos probabilidade de falhar quando utilizados não só vai economizar tempo e dinheiro, mas também vai ajudar a mantê-los eficazes por tempo indefinido.

O modelo de manutenção preditiva não é uma abordagem única. As organizações podem personalizar sua abordagem e programar um conjunto de regras que irá ativar a telemática quando determinadas condições forem cumpridas. Isso garante que um prestador de serviços ou uma locadora possam monitorar a atividade de seus ativos mesmo sem operá-los diretamente. Ao rastrear esses dados, a empresa pode tanto programar os serviços de manutenção quando o ativo for devolvido quanto trocar um ativo em serviço, a fim de evitar um período de inatividade não planejado para o seu cliente.

Em alguns casos - em termos de custos - o mais eficaz é simplesmente aceitar que um ativo está avariado, porém na maior parte dos casos essa é a opção menos ideal. Outra técnica menos automatizada de monitoramento condicionado é a amostragem de óleo, seja de transmissão do motor ou hidráulico. A amostragem de óleo fornece uma grande quantidade de dados que podem ser analisados de modo a determinar o melhor programa de manutenção. Normalmente, uma falha em um desses componentes menores poderia inicialmente passar despercebida e causar danos de longa duração para o próprio ativo. A telemática não pode impedir que a falha do equipamento ocorra, mas definitivamente pode mitigar o impacto de tais eventos. Estar à frente quando se trata de reparos pode gerar uma vantagem competitiva com relação à fabricação, locação e vendas de equipamentos.

A introdução da telemática em equipamentos compactos e máquinas de terraplanagem não vem sem um custo. Para muitos, o preço será um fator importante, sobretudo porque apenas os novos modelos de máquinas são equipados com os sensores modernos necessários para utilizar o modelo de manutenção preditiva. No entanto, preocupar-se muito com os custos iniciais seria um pensamento em curto prazo comparado ao que poderia ser uma tendência inovadora. A maioria das organizações tem problema em gastar dinheiro para proteger seus investimentos - sejam estes em ativos, em pessoal ou no mercado imobiliário - e esse caso não é diferente. Gastando um pouco mais no início, as empresas podem expandir o ciclo de vida de seus ativos e garantir a continuidade dos negócios, o que pode economizar tempo e dinheiro nos próximos anos. Mas esse investimento não se limita apenas ao hardware.

É verdade que a telemática que alerta o usuário sobre a falha iminente de um componente é incorporada ao próprio equipamento, e representa apenas metade da equação da manutenção preditiva. O outro aspecto crítico é o software, que é de igual - se não de maior - importância para o sucesso do investimento. Adquirir uma máquina moderna totalmente equipada com telemática, sem um software adequado para lhe dar suporte, é uma medida incompleta. Como em todas as formas de transferência de dados ou de comunicação, é preciso haver um componente emissor e um componente de recepção.

Esse software vai reunir os dados que são transferidos pela telemática e analisá-los com base em regras e condições pré-definidas, para então enviar alertas aos usuários derivados de conhecimentos action-based. E é aqui que outra tendência importante entra em jogo - a grande quantidade de dados (Big Data). Quanto mais equipamentos inteligentes uma organização tem funcionando, mais dados serão recebidos pelo software. A capacidade de processar grandes quantidades de dados de forma viável e rentável nem sempre é uma tarefa simples, e é por isso que é essencial utilizar um sistema de planejamento de recursos empresariais (ERP) para receber, analisar e processar a telemática e os diagnósticos.

Agora você deve estar se perguntando: realmente vale a pena o investimento? É claro que telemática e Big Data são provavelmente o futuro da indústria, porém os custos associados podem aumentar rapidamente. Esse nem sempre é o caso, especialmente quando se escolhem os corretos parceiros de tecnologia. Ao utilizar um provedor de ERP que fornece um modelo baseado em nuvem realmente específico para o setor, as organizações são capazes de limitar o investimento de capital necessário para implementar o software adequado. Ao escolher o sistema de nuvem, não há necessidade de expandir a infraestrutura da equipe de TI.

O sistema de hospedagem em nuvem oferece um modelo baseado em assinaturas que não só é economicamente viável, mas que também garante a integração de melhores e mais recentes recursos e aprimoramentos. Através desta abordagem, a maior despesa recairá sobre os ativos em si, e não sobre o uso do software para processar os dados resultantes. Ao longo do tempo, o modelo de manutenção preditiva tende a se pagar. A confiabilidade é a qualidade mais importante para equipamentos pesados, e com um modelo de manutenção preditiva o empirismo é eliminado, tornando o tempo de inatividade não programado uma coisa do passado.

A adoção da telemática vem acontecendo rapidamente dentro da indústria de equipamentos. Em poucos anos, esses dispositivos serão itens de série em todos os novos modelos. Preparar-se para essa mudança de paradigma ao selecionar o correto fornecedor de software é uma das verdadeiras medidas para alcançar o sucesso. O modelo de manutenção preditiva não vai simplesmente colocá-lo à frente dos demais, ele vai lhe permitir controlar a competição como um todo, em seus próprios termos.


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